Rraaaugh - nhock nhock nhock - Nhammii!!

«Get tha real feelin'»

segunda-feira, 27 de abril de 2009

[Já nem a minha almofada tem o teu cheiro... Só me falta tirá-lo de onde o deixas-te mais marcado: <3, daqui.]

Sente

Sente:
O desejo
que de mim se apodera por ti
Sente:
O calor do meu beijo
perdido por essa maré que o levou arrastado até nenhures
Sente:
A saudade
Que a cada dia aumenta e quase nem cabe em mim

Sente:
Que dava tudo,
por ti.

Sente...
A falta
que me fazes.

[Se ao menos sentisses...]

sábado, 25 de abril de 2009

Quero, mas...

Quero não sentir o que sinto
Quero voltar a sentir o que senti
Quero sair deste labirinto
Quero esquecer-me de ti
Quero voltar a sorrir
Quero, e que não seja a fingir
Quero a verdade
Quero-te aqui
Quero-te nos meus braços
Quero sentir-te perto de mim.

Quero que voltes e que não saias daqui
Quero sentir-te - nem que seja pela última vez
Quero querer-te sem que isso seja um erro
Quero querer-te sem que me magoe.

Queria que isso um dia podesse ser possível.

Mas ...

Sinto o que não quero sentir,
Ao passado, não posso voltar e muito menos re-criá-lo
A saída, não encontro e para trás não posso voltar.
Impossível é esquecer-te
Sorrir já não tem a mesma magia
A verdade, fugiu contigo
-(embora tenham seguido caminhos diferentes)-
Os meus braços já não teem força para te abraçar
e já não te consigo sentir.

Não podes voltar, a última vez já lá foi, já lá vai
Não te posso querer,
magoar-me é a sentença.

Histórias de amor - Concurso literário 09

Embora não tenha ganho nada, o que conta é a intenção e a quem este texto é dirigido e inspirado, Kovu.
Não vou começar esta história por “Era uma vez”, como nos contos de fadas ou até mesmo por “Certo dia” como nas vulgares histórias de encantar a que estava habituada, aquelas que me faziam sonhar, pintar o meu mundo com cores mais coloridas que as do arco-íris e voar para mundos paralelos ao meu, onde me guiava única e exclusivamente pelo coração e pelos pózinhos de purpurina que pareciam dar um brilho especial à minha existência. Porquê? Pois bem, esta história de amor, escrita em linhas tortas e inacabada, trouxe-me sensações completamente opostas às que estava habituada.

Um verde asseguir de um azul, mais cor-de-laranja e um amarelo, completando esta sequência com um vermelho ou até mesmo cor-de-rosa… Eram as cores com que pintava o meu mundo. Apanhava o expresso, o primeiro avião que me levasse a esse mundo tão garrido, onde só entrava quem eu queria, quem me fazia sentir bem, aqueles a quem posso realmente dar o nome de “amigos”. Umas desilusões aqui, umas desilusões ali, mas nada que conseguisse mandar a baixo a barreira que construi à minha volta, aquela que, acontecesse o que acontecesse, não deixava que nada nem ninguém me derrubasse, era a minha força interior. Mas, ao que parece, essa fortaleza não passou de um simples castelo de areia que se desmoronou com a onda tão forte que o atingiu.
Essa onda, bem azulada, vinha cheia de espuma que se propagou e transformou em neblina como num dia de Inverno, em que não se via nada em redor. Procurei, procurei e, finalmente, encontrei duas portas. Hesitei em optar por uma delas, até que derrepente começo a ouvir barulhinhos vindos da direita, bati à porta, e como ninguém respondeu, decidi entrar. Se eu pensava que já conhecia todas as cores brilhantes do meu mundo, esta porta trouxe-me cores ainda mais vivas do que aquelas que já tinha visto. Lá, estava um rapaz, que por fora parecia igual a todos os outros, mas que me mostrou lugares que eu não conhecia, mostrou-me o pôr-do-sol, mostrou-me o luar, mostrou-me que os contos de fadas podiam ser reais, e que podíamos fazer o nosso próprio. Fez-me acreditar e ver coisas em mim que nunca tinha visto, fez-me portanto, sentir coisas que nunca havia sentido. Tudo ao seu lado, me fazia sentir nas nuvens, aquecida com a luz do sol, e ele, era o meu sol, o meu anjo protector, aquele a quem confiei tudo e mais alguma coisa, aquele que não só deixei entrar na minha fortaleza, como também, fazer parte dela. O tempo foi passado e juntos, criamos tanto, demos tanto um ao outro, acreditamos que “para sempre” existia e guiamo-nos pelo sentimento que só por si, falava mais alto que todas as outras coisas. Mas como nem tudo é um conto de fadas, esta história também não poderia ser, pois se “ele” me mostrou novos mundos, se me mostrou o auge da felicidade, também me mostrou a tristeza, a desilusão, o choro dia após dia, a toda a hora. Depressa, essa tua capa vermelha e fato azul que faziam de ti o meu super-homem, desapareceram e isso fez com que me mostrasses algo que nunca tinha visto: O negro, os cinzentos, cores que eu jamais conhecera. A solidão apoderou-se então em mim.
Acordo na praia, cheia de frio, com a sensação de que me falta alguma coisa, mas não sei bem o quê, com a sensação que perdi algo que, na verdade nunca cheguei a ter. Levanto-me, sacudo-me, e olho a diante, fixo o olhar no horizonte e sigo, em direcção ao mar. Custa-me andar, os músculos doem-me tanto que quase parece que nem sinto a areia apesar de saber que a estou a pisar. Chego-me ao mar e faço-lhe imensas perguntas, como “O quê que aconteceu?”, “O que é isto que estou a sentir?”, “Porquê?”, mas nada mais se ouve senão as ondas, para trás e para a frente, nenhuma resposta, nada. Grito, desesperadamente, sinto-me sozinha e sem forças para continuar. Mas porquê? Continuo sem perceber! Ainda ontem estava no meu lugar, a viver como queria e derrepente, devido a um sonho, (o qual transformei em realidade, pensei eu) fiquei sem nada. Quero procurar-te, mas estou perdida e não encontro o teu caminho. Todos os dias bato com a cabeça nas paredes e as perguntas permanecem, respostas? Nem sombra delas.
Um dia, depois desta imensa solidão, vejo uma corda estendida, vinda do céu. Sem nada a perder, agarrei-me a ela e subi, subi, subi, e lá em cima encontrei todos aqueles que faziam parte de mim antes deste “pesadelo” ou “sonho”. Foi então que me apercebi que quem deve estar presente, nunca deixa de estar, por muitas portas que sejam abertas e que nos levem para mundos diferentes daqueles a que estamos habituados. Cheguei com uns centímetros a mais, não em tamanho, mas sim em experiência de vida. Descobri que, por muitos obstáculos que a vida nos possa propor, tais como, pedras, buracos, que hajam no meio do nosso caminho, por muito que as quedas nos magoem e nos deixem cheios de feridas, há sempre algo que nos ajuda a levantar. E se nada dura para sempre, então, o sofrimento não há-de ser excepção.
Eu ontem descobri que posso cair. Hoje, aprendi a levantar-me… E a seguir.

Kiara.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

M.a.

Pode não ser a melhor, mas não preciso de uma grande foto, porque tenho o...
MELHOR AMIGO!
Obrigada por tudo (tu sabes) :)
J.G., adoro-te!

Marcas

«E se eu sentir que não sou capaz de enfrentar marcas do passado?»

Mas um dia, mais uma noite...
Estou bem, embora me falte aquela parte de mim que levaste contigo - A felicidade, o sorriso contagiante, o brilhozinho nos olhos, a alegria e tantas outras coisas que apenas tu e eu conhecemos. Os significados que inventamos, os conceitos que descobrimos e as coisas mais banais que juntos remodelámos ao nosso jeito.
Hoje, os dias não passam de dias, as noites não passam de noites, e viver já não tem o mesmo sentido sem ti.
A Inês de hoje, que todos observam, é apenas uma armadura que dentro guarda a saudade, dor e tristeza para que ninguém a veja.
Sinto que não sou capaz de "ser forte" por muito mais tempo, há dias em que acho que não tem sentido nenhum esta "luta" permanente que tenho de enfrentar todos os dias. O colo reconfortante que me davas, hoje faz-me mais falta do que alguma vez fez. O teu cheiro, o teu sorriso, hoje não passam de alucinações, de sonhos.Sinto falta de tudo isso, mas não posso, nem voltarei a fracassar por ti - Embora as perguntas vazias ainda me atormentem, talvez mais que algum dia atormentaram, embora só me apeteça correr para os teus braços e pedir que me acolhas, preciso do reconforto do teu corpo quente e do aconchego que davas ao meu coração.
«Volta» Era o que gostava de te segredar ao ouvido, como um dia segredei «Amo-te» e pedi que nunca me deixasses. Promessas feitas em vão... Já nada mais importa, porque não estás.
Eu estou fora de mim, novamente.
Nunca me senti tão perdida! Sei o caminho, mas mesmo assim, perco-me...
Estou farta "disto" que nem sei o que é, apenas sei que me faz sempre cair. Não posso mais sentir isto.
Não posso, e nem quero.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

:\


Finding my place..