Não gosto de POST SCRIPTUM's nem de BALÕES DE PENSAMENTO, se tens alguma coisa a dizer diz logo, não escondas ai dentro!
Rraaaugh - nhock nhock nhock - Nhammii!!
«Get tha real feelin'»
domingo, 26 de julho de 2009
25 de Julho de 2009
Foi como re-viver os velhos tempos de infância, as gargalhadas inacabáveis e consequentes dores de barriga incontroláveis!
Um grupinho de adolescentes a mostrar as crianças que ainda existem dentro de cada um! De cabra cega ao lencinho, passando por baloiços, apanhada... Resumindo... Sim, nós BRINCÁMOS! E soube tão bem! Não me divertia assim há anos! Apesar de detestar relva e de ter contactado a mesma inumeras vezes, compensou e de que forma!
Um grupinho de adolescentes a mostrar as crianças que ainda existem dentro de cada um! De cabra cega ao lencinho, passando por baloiços, apanhada... Resumindo... Sim, nós BRINCÁMOS! E soube tão bem! Não me divertia assim há anos! Apesar de detestar relva e de ter contactado a mesma inumeras vezes, compensou e de que forma!
Noitão, Loures 09
Obrigada G, A, M, B, L, P
Obrigada G, A, M, B, L, P
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Areia

Encontrei esta camisola e adorei a mensagem que trás!
«(...) Compreendi que havia aprendido uma grande lição; gastamos muito tempo da nossa vida construindo alguma coisa e mais cedo ou mais tarde, uma onda poderá vir e destruir tudo o que levámos tanto tempo para construir. Mas quando isso acontecer somente aquele que tem as mãos de alguém para segurar, será capaz de sorrir! Só o que permanece é a amizade, o amor e carinho. O resto é feito de areia.»
quinta-feira, 16 de julho de 2009
J.
- Inês! Queres namorar comigo?!
- Não! Namorados = Dor de cabeça!
- Ohhh :( eu tenho comprimidos se quiseres!
*.* LOL xD
- Não! Namorados = Dor de cabeça!
- Ohhh :( eu tenho comprimidos se quiseres!
*.* LOL xD
quarta-feira, 8 de julho de 2009
A cidade inventada
Quantas vezes não pensaste em fugir? Quantas vezes não te sentiste sozinho no meio de tanta gente e quantas vezes não te apeteceu gritar desesperadamente até o fôlego te faltar? Quantas vezes não sentiste um arrepio gélido na pele por sentires que quem te aquecia mesmo estando na serra ou no Polo Norte, desaparecera sem deixar rasto? Aquele ou aquela que estavas habituado a ter sempre presente, te escapou por entre os dedos e em ti, apenas permanecem as perguntas: Porquê? Como? E o que fiz eu de errado? Quantas vezes, dessas mesmas perguntas, surgiam mais e mais, com mais frequência e quantas vezes pensaste que não aguentarias esse sufoco a que estavas exposto?
Assim me senti quando trocaste as cores berrantes do arco-íris que juntos pintámos por cores frias, entre pretos e cinzentos, e às vezes até chegava a ser incolor. Esses dias que para mim eram sempre sumarentos, alegres mesmo que chovesse tempestuosamente, passaram a ser apenas dias. Sol, chuva? Sabe-me tudo ao mesmo, ou aliás, não sabe a nada. Perdi o paladar, o olfacto, o tacto, perdi tudo. Questiono-me se ainda sou eu, ou até mesmo o que sou e o que faço aqui, se me sinto tão a mais. Sinto-me tão à parte, tão de lado, tão… Nem sei.
Juntos chorámos, rimos, abraçámos, gritámos, sonhámos, imaginámos, idealizámos, compartilhámos, “…ámos”, “…ámos”, “…ámos” e mais “…ámos”. E mesmo assim não consigo deixar de pensar que ainda tinha tanto para te dar, que ainda tínhamos tanto para dar um ao outro, e que sobretudo, ainda tínhamos tanto para… Viver. Eu errei, tu erraste, magoaste, deixaste-me infeliz, com o compromisso que de início era algo sério, dói imenso cá dentro e amar assim eu não quero. Sempre pensei que conseguíamos dar a volta por cima, mas tu desististe, deixaste-me na prateleira e não quiseste mais saber. Jogaste-me fora, brincaste enquanto de apeteceu e eu que me desenrascasse.
Senti-me como uma sem-abrigo – se realmente sei o significado desta palavra – senti que tudo o que construí não passou apenas de um sonho, de mera ilusão, à qual me habituei e talvez se tivesse tornado rotina. Estava habituada de tal forma a que estivesses presente que pensei que ias sempre permanecer junto a mim.
Mas enganei-me, e como se não bastasse, continuei a lutar por aquilo em que acreditava – como sempre fiz – perdi a noção do que era certo e do que era errado, fui ficando cada vez mais destruída por esta sensação que não sei mesmo descrever, de todo. Pensava que tudo estava contra mim, não via nada nem ninguém à minha frente, afoguei-me nas lágrimas que chorava todos os dias, a quase toda a hora. As memórias que me vinham à cabeça ainda mais me desfaziam, ainda mais me magoavam, pois as perguntas iniciais continuavam sempre a surgir “onde foram esses momentos?”, “como sumiram tão rapidamente” e “porquê”, “porquê?”. Remoí tanto, mas tanto nessas questões. No meio dessa solidão, fui passear à praia e atirei-me às ondas, naveguei então sem rumo, sem direcção, pontos cardeais não constavam no meu dicionário. Enchi esse mar com as lágrimas deste desgosto, desta dor…
Um dia, já eu naufragava, veio um ser estranho ter comigo, mesmo sem óculos, reconheci-o pelas suas cores berrantes, a alegria que transportava era tanta que os seus raios luminosos me encadeavam o olhar. Chegou-se a mim como se já me conhecesse desde a minha existência
- Olha bem para ti, essa não és tu. O quê que te aconteceu? Olha bem para ti e diz-me, diz-me onde deixaste aquela menina que conheci outrora tão alegre, que brilhava mais que um diamante? – Perguntou-me ele.
- Quem és tu e o que fazes aqui? Deixa-me em paz, vai-te embora coisa estranha.
- Essa pergunta não importa, represento quem sempre esteve contigo, quem sempre te apoiou, quem sempre quis o teu bem, quem nunca te abandonou, mas quem deixaste… Os teus amigos. Eu não venho aqui para te chatear e muito menos para te impor regras, eu sei que gritas e que pensas que não tens ninguém para te acudir, mas vem comigo, deixa-me mostrar-te o que andas realmente a perder.
Eu, extremamente estupefacta com aquela situação, agarrei-lhe na asa e subi para o seu colo, mal não me ia fazer pois eu pensava que era impossível estar pior do que me encontrava. Fizemos uma viagem no tempo, ele mostrou-me quem eu era, o que tinha vivido e assim me explicou tudo como se fosse uma criança de cinco anos.
- Vês? Aquela és tu, tão feliz, brincas, ris com os teus amigos, a tua única preocupação é pôr todos à tua volta com um sorriso na cara. Entretanto, vem aquele ser, de um mundo totalmente diferente do teu, começas a dar-te com ele, a partilhar coisas que nunca havias partilhado com alguém. Com ele, aprendeste coisas novas, e descobriste o teu outro lado. O problema foi teres depositado toda a tua força nele e de certa forma te esqueceste um pouco de quem eras. Não te esqueças que namoros vêm e vão como um sopro de vento, mas, quem é que sempre esteve lá para te esboçar um sorriso? Quem é que nunca te deixou só, quem é que nunca te deixou cair? São os mesmos que estão lá para te levantar, abre os olhos… Não vês o monte de braços esticados ali em baixo? Não fujas, acorda de uma vez por todas e olha para o que estás a perder. Tu não mereces isso, tu mereces bem melhor, precisas de alguém que te saiba dar o valor. Não foi ele? Tens duas opções, ou ficas feliz por ter acontecido, ou triste por ter acabado, a decisão é tua, sabes bem que mais ninguém a pode tomar sem seres tu mesma.
- Mas o que fiz eu de mal? Eu só não compreendo? O meu mal foi amar? Eu sei que eles estão lá mas…
- Não digas mais nada, sabes mas pareces esquecer, coisas que não podes mesmo fazer. E não se trata de culpa, mas sim de sentimentos que se foram perdendo e desgastando com o tempo. Volta, acorda desse sono profundo, vive do que tens e torna-lo mais especial, lembra-te de quem és, lembra-te de quem és…
E continuou a falar e eu já nada ouvia, pus-me a pensar que realmente o brilho dos meus dias não se regia por um namorado que mais tarde ia trazer um temporal consigo, mas sim que eram os amigos os meus chapéus de sol ou de chuva, eles sim eram os meus guardiões. Haja o que houver.
Foi então que aprendi a lição. Mesmo que lute por aquilo em que acredito, que era “ele”, e embora “ele” fosse o meu sonho, eu já não era o sonho “dele”, e de certo modo “o” identifiquei com esse pássaro, pois veio, esteve presente, abriu-me os olhos para o desconhecido, para um novo mundo, mas não passou de isso mesmo, de um parasita que pousou em mim, deixou o veneno chamado amor, foi embora e apenas o veneno ficou. Mas, eu amo-te, sim, mas não preciso de ti, foi o que aprendi. Contigo fui feliz, mas a minha felicidade não se rege por ti. Tu não ditas as regras e eu escrevo sem as questionar, desculpa, eu faço as minhas próprias regras.
Esperei pela próxima onda, que me trouxe à beira mar, e fui a correr ter com os meus. Abraçei-os e jurei nunca mais os deixar. Nesse mundo, construí então uma cidade inventada por mim, como vêm, não precisei de fugir, posso apenas dar a devida importância a quem a merece, e quem não merece, vou aprender a dar o devido desprezo. Eu consigo? Como é obvio isso nem se questiona. Os meus amigos? Os meus amigos moram nos prédios ao lado e à tarde vamos passear para o jardim.
Assim me senti quando trocaste as cores berrantes do arco-íris que juntos pintámos por cores frias, entre pretos e cinzentos, e às vezes até chegava a ser incolor. Esses dias que para mim eram sempre sumarentos, alegres mesmo que chovesse tempestuosamente, passaram a ser apenas dias. Sol, chuva? Sabe-me tudo ao mesmo, ou aliás, não sabe a nada. Perdi o paladar, o olfacto, o tacto, perdi tudo. Questiono-me se ainda sou eu, ou até mesmo o que sou e o que faço aqui, se me sinto tão a mais. Sinto-me tão à parte, tão de lado, tão… Nem sei.
Juntos chorámos, rimos, abraçámos, gritámos, sonhámos, imaginámos, idealizámos, compartilhámos, “…ámos”, “…ámos”, “…ámos” e mais “…ámos”. E mesmo assim não consigo deixar de pensar que ainda tinha tanto para te dar, que ainda tínhamos tanto para dar um ao outro, e que sobretudo, ainda tínhamos tanto para… Viver. Eu errei, tu erraste, magoaste, deixaste-me infeliz, com o compromisso que de início era algo sério, dói imenso cá dentro e amar assim eu não quero. Sempre pensei que conseguíamos dar a volta por cima, mas tu desististe, deixaste-me na prateleira e não quiseste mais saber. Jogaste-me fora, brincaste enquanto de apeteceu e eu que me desenrascasse.
Senti-me como uma sem-abrigo – se realmente sei o significado desta palavra – senti que tudo o que construí não passou apenas de um sonho, de mera ilusão, à qual me habituei e talvez se tivesse tornado rotina. Estava habituada de tal forma a que estivesses presente que pensei que ias sempre permanecer junto a mim.
Mas enganei-me, e como se não bastasse, continuei a lutar por aquilo em que acreditava – como sempre fiz – perdi a noção do que era certo e do que era errado, fui ficando cada vez mais destruída por esta sensação que não sei mesmo descrever, de todo. Pensava que tudo estava contra mim, não via nada nem ninguém à minha frente, afoguei-me nas lágrimas que chorava todos os dias, a quase toda a hora. As memórias que me vinham à cabeça ainda mais me desfaziam, ainda mais me magoavam, pois as perguntas iniciais continuavam sempre a surgir “onde foram esses momentos?”, “como sumiram tão rapidamente” e “porquê”, “porquê?”. Remoí tanto, mas tanto nessas questões. No meio dessa solidão, fui passear à praia e atirei-me às ondas, naveguei então sem rumo, sem direcção, pontos cardeais não constavam no meu dicionário. Enchi esse mar com as lágrimas deste desgosto, desta dor…
Um dia, já eu naufragava, veio um ser estranho ter comigo, mesmo sem óculos, reconheci-o pelas suas cores berrantes, a alegria que transportava era tanta que os seus raios luminosos me encadeavam o olhar. Chegou-se a mim como se já me conhecesse desde a minha existência
- Olha bem para ti, essa não és tu. O quê que te aconteceu? Olha bem para ti e diz-me, diz-me onde deixaste aquela menina que conheci outrora tão alegre, que brilhava mais que um diamante? – Perguntou-me ele.
- Quem és tu e o que fazes aqui? Deixa-me em paz, vai-te embora coisa estranha.
- Essa pergunta não importa, represento quem sempre esteve contigo, quem sempre te apoiou, quem sempre quis o teu bem, quem nunca te abandonou, mas quem deixaste… Os teus amigos. Eu não venho aqui para te chatear e muito menos para te impor regras, eu sei que gritas e que pensas que não tens ninguém para te acudir, mas vem comigo, deixa-me mostrar-te o que andas realmente a perder.
Eu, extremamente estupefacta com aquela situação, agarrei-lhe na asa e subi para o seu colo, mal não me ia fazer pois eu pensava que era impossível estar pior do que me encontrava. Fizemos uma viagem no tempo, ele mostrou-me quem eu era, o que tinha vivido e assim me explicou tudo como se fosse uma criança de cinco anos.
- Vês? Aquela és tu, tão feliz, brincas, ris com os teus amigos, a tua única preocupação é pôr todos à tua volta com um sorriso na cara. Entretanto, vem aquele ser, de um mundo totalmente diferente do teu, começas a dar-te com ele, a partilhar coisas que nunca havias partilhado com alguém. Com ele, aprendeste coisas novas, e descobriste o teu outro lado. O problema foi teres depositado toda a tua força nele e de certa forma te esqueceste um pouco de quem eras. Não te esqueças que namoros vêm e vão como um sopro de vento, mas, quem é que sempre esteve lá para te esboçar um sorriso? Quem é que nunca te deixou só, quem é que nunca te deixou cair? São os mesmos que estão lá para te levantar, abre os olhos… Não vês o monte de braços esticados ali em baixo? Não fujas, acorda de uma vez por todas e olha para o que estás a perder. Tu não mereces isso, tu mereces bem melhor, precisas de alguém que te saiba dar o valor. Não foi ele? Tens duas opções, ou ficas feliz por ter acontecido, ou triste por ter acabado, a decisão é tua, sabes bem que mais ninguém a pode tomar sem seres tu mesma.
- Mas o que fiz eu de mal? Eu só não compreendo? O meu mal foi amar? Eu sei que eles estão lá mas…
- Não digas mais nada, sabes mas pareces esquecer, coisas que não podes mesmo fazer. E não se trata de culpa, mas sim de sentimentos que se foram perdendo e desgastando com o tempo. Volta, acorda desse sono profundo, vive do que tens e torna-lo mais especial, lembra-te de quem és, lembra-te de quem és…
E continuou a falar e eu já nada ouvia, pus-me a pensar que realmente o brilho dos meus dias não se regia por um namorado que mais tarde ia trazer um temporal consigo, mas sim que eram os amigos os meus chapéus de sol ou de chuva, eles sim eram os meus guardiões. Haja o que houver.
Foi então que aprendi a lição. Mesmo que lute por aquilo em que acredito, que era “ele”, e embora “ele” fosse o meu sonho, eu já não era o sonho “dele”, e de certo modo “o” identifiquei com esse pássaro, pois veio, esteve presente, abriu-me os olhos para o desconhecido, para um novo mundo, mas não passou de isso mesmo, de um parasita que pousou em mim, deixou o veneno chamado amor, foi embora e apenas o veneno ficou. Mas, eu amo-te, sim, mas não preciso de ti, foi o que aprendi. Contigo fui feliz, mas a minha felicidade não se rege por ti. Tu não ditas as regras e eu escrevo sem as questionar, desculpa, eu faço as minhas próprias regras.
Esperei pela próxima onda, que me trouxe à beira mar, e fui a correr ter com os meus. Abraçei-os e jurei nunca mais os deixar. Nesse mundo, construí então uma cidade inventada por mim, como vêm, não precisei de fugir, posso apenas dar a devida importância a quem a merece, e quem não merece, vou aprender a dar o devido desprezo. Eu consigo? Como é obvio isso nem se questiona. Os meus amigos? Os meus amigos moram nos prédios ao lado e à tarde vamos passear para o jardim.
P.S. Este texto era para ter ido para o concurso da escola, não foi porque ultrapassava o limite de páginas :$ Encontrei-o aqui
domingo, 5 de julho de 2009
cinco
E aqui estou.
Assim, deitada no chão, computador no colo, e a pensar ..
Em que? - Em nada, embora em tudo ao mesmo tempo.
São tantas as coisas que ainda me dão a volta a cabeça?
Porquê? - Ora aqui está uma das perguntas para a qual eu amava ter resposta.
Se te quero? Não, longe estás bem, e também já não te quero perto. Esta sensação de liberdade trás dias em que nem sequer passas pela minha vida. Dias esses que são extremamente bem passados, acredita, aproveitados ao máximo. Mas depois, vêm aqueles dias - Tal como hoje, dias cinzentos, obscuros .. Feios, em que as perguntas invadem a minha cabeça e a fraqueza ataca o meu coração. Não sei bem o que isto é .. Se já não te quero, porquê que ainda há perguntas sem resposta, espaços vazios e livros por colorir? Porquê que, sei que estou a fazer bem mas sinto-me como se não estivesse?
Neste dia, 9 são completados, e eu já estou farta desta merda, baza de uma vez por todas por favor.
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